domingo, 9 de janeiro de 2011

Tácito


Madrugada forte. De sons tamanhos. Rodopiando à luz dos olhos. Numa conversa a sós. Consigo mesma. Ouvindo o invisível. Roçar sua pele. Tocar suas cores. Descortinando as maravilhas da própria beleza. Numa transparência nua e crua. Bordada dos sentimentos mais raros. E incrivelmente distante da margem de si.



4 comentários:

  1. Esse tipo de conversa com o íntimo é rara.

    Beijo imenso, Tamara.

    Rebeca

    -

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  2. Transformar esse contato, essa conexão consigo mesma(o) em um ato habitual é por demais bom. É sublime, Beca!

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  3. Ei! Saudade daqui também!
    Um novo ano começa e o blog vem cheio de inspiração!

    Beijos!

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  4. Verdade, Jú, inspirações dominguinas.

    Beijos!

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