quarta-feira, 26 de abril de 2006

Enxaquecosamente, eu


.A noite cai morta
.Uma luz alucinante cai implacável como um castigo
.Aos poucos a escuridão a estrangula

.Ouve-se minha latejante inquietação
.É o meu caos que vem chegando
.É a dor que grita o seu eterno insulto

.Durmo na podridão de minha mente e no nojo do meu corpo
.Estou onde se vive sem memória alguma
...Sobra desse peso morto gritos roucos e seus abismos

3 comentários:

Adão Flehr disse...

Tamara,

Passando para te ler um pouquinho! E este texto é ótimo!
É na forja da dor e das adversidades que moldamos a personalidade!

Abraços,
Adão

Elcio Domingues disse...

Tá ficando boa nisso, hei, Tammy!

Mas já te falei prá não dormir tarde e poupar os olhinhos da telinha. Vc já fica em frente ao monitor o dia inteiro!

Te cuida!

Bjs!

Elcio.

Elcio Domingues disse...

Tem poeminha novo, lá.

Bjs!

ELcio Domingues.