sábado, 8 de abril de 2006

Quando ouvia a buzina do vendedor de algodão doce ela disparava a correr e pedia para a mãe para comprar um.

Então, aqui, reúno minhas frases. Àquelas que ninguém da família esquece. Há sempre alguém comentando sobre a Tamara quando era "pequena"...

"Aqui ó, tio, eu tenho força no canudo" - mostrando meu braço magrinho.

"Foi o tio Preto, foi - chorando.
Eu não - meu tio encrencado -, foi a formiga.
Não foi a fudiga, não. Foi o tio Preto."

"Ô, mãe, vem vê a fudiguinha, vem" - apontando para a formiguinha.

"Mãe, não babunça o meu cabelo" - enquanto ela tentava desembaraçar meus cachos.

4 comentários:

Tamara disse...

R E G I S T R O

Há pessoas que só falam besteiras. Há pessoas mostrando que sabe contar até 10. Há pessoas mostrando que sabe o alfabeto em inglês, aquela musiquinha "ei, bi, ci, di...". Há pessoas que só escrevem o óbvio de forma óbvia. Há pessoas que escrevem corriqueiramente a mesma coisa {pode isso?}. Há pessoas que não possuem um estilo de escrita. E ainda tem gente que aplaude a isto?

Realmente, eu prefiro acreditar na bíblia do que acreditar que há pessoas que aplaudem essas bobeiras - em tom, totalmente, sarcástico.

PRONTO. Que a m**** do contador de comentários perca as contas depois de tanto zero à direita.

reflexoes depois disse...

Que linda tamara... criança é realmente especial! Beijos

Adão Flehr disse...

Espero que comentem muito da Tamara adulta...

Quanto ao registro, se você se refere ao Dan Brown, concordo em gênero, número e grau..

Abs,
Adão

Adão Flehr disse...

Tamara,

cadê você?
"eu vim aqui para te ler..."

Adão