sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Sem atropelações


Eu queria uma casa só para mim. Sentir a escuridão tocar na minha pele nua enquanto ando pelos cômodos. E naquele vai-e-vem vazio reencontrar as palavras que eu perdi.

2 comentários:

Adão Flehr disse...

Veja só: passei o dia inteiro com um pensamento bem similar! Um lar só meu, com silêncio e escuridão, música e paz... e as palavras a escorrerem lânguidas pelos dedos... ooops lá vou eu...

b-jos!

Adão Flehr disse...

Seus comentários lá no meu blog, me enlevam!!!

Apresentação de sua mãe? fiquei curioso...